Segundo diretor do Siticepot, não há previsão de uma nova proposta pela Andrade Gutierrez.
Trabalhadores reivindicam aumento salarial desde a
semana passada Foto: Adriano de Carvalho/Agência
RBS
As obras do Beira-Rio estão paralisadas desde a manhã desta terça-feira. Os
funcionários recusaram a proposta de aumento da Andrade Gutierrez e deflagraram
greve na reforma do estádio do Inter.
— Estamos em greve. Os trabalhadores pedem 15% de reajuste, a empresa ofereceu 8% a título de antecipação do dissídio — disse Leandro Salvador, diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Pesada do Rio Grande do Sul (Siticepot).
Cerca de 900 operários trabalham nas obras de reforma do Beira-Rio para a Copa 2014. Deste total, 600 são empregados da Andrade Gutierrez e os 300 restantes são terceirizados.
Segundo Isabelino dos Santos, presidente do Siticepot, um acordo ainda pode acontecer no final da manhã desta terça-feira. Neste caso, as obras recomeçariam no início da tarde.
Zero Hora entrou em contato com a empreiteira, que não se manifestou sobre a paralização da manhã desta terça. No entanto, a Andrade Gutierrez deve emitir uma nota oficial sobre o caso ao longo do dia.
Em vídeo, Isabelino Santos, presidente do Siticepot, explica a situação:
— Estamos em greve. Os trabalhadores pedem 15% de reajuste, a empresa ofereceu 8% a título de antecipação do dissídio — disse Leandro Salvador, diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Pesada do Rio Grande do Sul (Siticepot).
Cerca de 900 operários trabalham nas obras de reforma do Beira-Rio para a Copa 2014. Deste total, 600 são empregados da Andrade Gutierrez e os 300 restantes são terceirizados.
Segundo Isabelino dos Santos, presidente do Siticepot, um acordo ainda pode acontecer no final da manhã desta terça-feira. Neste caso, as obras recomeçariam no início da tarde.
Zero Hora entrou em contato com a empreiteira, que não se manifestou sobre a paralização da manhã desta terça. No entanto, a Andrade Gutierrez deve emitir uma nota oficial sobre o caso ao longo do dia.
Em vídeo, Isabelino Santos, presidente do Siticepot, explica a situação:
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