PROJETOS DA COPA 2014 EM MANAUS

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domingo, 13 de janeiro de 2013

CONSTRUTORA ODEBRECHT PRESSIONA "BNDES" POR EMPRÉSTIMO À ARENA CORINTHIANS.

Segundo o presidente da construtora, Marcelo Odebrecht, a operação é esperada "para ontem".

Com 60% de execução, Arena Corinthians aguarda repasse do BNDES (crédito: Odebrecht/Divulgação)
 

A Odebrecht voltou a pressionar o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) pelo repasse do empréstimo destinado às obras da Arena Corinthians. Segundo o presidente da construtora, Marcelo Odebrecht, a operação é esperada "para ontem".
 
O projeto do estádio está aprovado desde julho, mas ainda não foi contratado. As garantias para o financiamento ainda não foram aceitas pelo banco. "É uma negociação entre o fundo que tem os direitos da arena e esse fundo é que tem de buscar o financiamento e tem essa discussão toda", disse Odebrecht.
 
De acordo com ele, a construtora já investiu R$ 500 milhões na construção do estádio. O empresário não revelou qual o impasse que está impedindo a liberação do empréstimo. O BNDES argumenta que o financiamento está travado por conta de pendências entre a construtora e o intermediário do negócio, o Banco do Brasil.
 
Até outubro, as obras da Arena Corinthians já haviam consumido R$ 372 milhões, sendo R$ 150 milhões oriundos de empréstimo-ponte do próprio Banco do Brasil, e outros R$ 100 milhões do banco Santander, e o restante, R$ 122 milhões, dos cofres da Odebrecht.
 
Em maio do ano passado, o diretor de contrato da Odebrecht, Antonio Gavioli, cobrou do ex-prefeito Gilberto Kassab a emissão dos R$ 420 milhões em CIDs (Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento), conforme compromisso assumido pelo governo municipal paulistano.
 
A prefeitura autorizou, em novembro, o repasse de R$ 160 milhões. A quantia representa 38% dos R$ 420 milhões que a Câmara Municipal de São Paulo aprovou em 2011.
 
Dos 12 estádios da Copa, 11 utilizam recursos do BNDES --só o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, é financiado por meio da venda de terrenos públicos, da Terracap. Nove sedes já tiveram operações aprovadas e contratadas. Porto Alegre, que também terá um estádio particular como palco dos jogos da Copa, está na mesma situação que São Paulo.

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