Depois de mandar um “chute de volta” no secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), usou um tom conciliador nesta terça-feira (6).
Para Maia, após o pedido de desculpas, não há mais motivos para exigir a substituição de Valcke como interlocutor da Fifa nos assuntos relativos à Copa. O presidente da Câmara sugeriu ainda que o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, releve as declarações de Valcke.
O deputado usou uma expressão típica do futebol para minimizar a crise. “Ele (Valcke) levou um cartão vermelho e vai ter que cumprir a suspensão automática. Temos que relevar. Algumas palavras precisam ser desconsideradas".
O executivo da Fifa havia dito, na sexta-feira (2), que, para acelerar a organização da Copa do Mundo de 2014, o Brasil precisava de um “chute no traseiro”, segundo interpretação de membros do governo, ou "de um empurrão", de acordo com tradução do próprio Valcke, que, nesta segunda-feira (5), pediu desculpas formais pela declaração.

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