PROJETOS DA COPA 2014 EM MANAUS

PROJETOS DA COPA 2014 EM MANAUS

segunda-feira, 12 de março de 2012

ENQUANTO DIVERSOS SETORES ESSENCIAIS COMO: SAÚDE, EDUCAÇÃO, MORADIA E OUTROS ESTÃO COM DÉFICIT ALTISSÍMO, SÓ OS ESTÁDIOS E ARENAS PARA COPA 2014 JÁ CONSUMIRAM 1,5 BILHÃO DE REAIS.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1060067-pais-consumiu-r-15-bilhao-com-estadios-da-copa-2014-ate-agora.shtml


SEGUNDO COORD. DA UGP COPA DE MANAUS A ARENA DA AMAZÔNIA JÁ ESTÁ COM 37% DAS OBRAS CONCLUÍDAS PARA O MUNDIAL.

As arenas da Copa-2014 já consumiram R$ 1,5 bilhão, a maior parte desses recursos vinda dos cofres públicos. Não está incluído nesta conta o estádio do Corinthians.

A despesa atual do Mundial foi obtida em levantamento da Folha na página da CGU (Controladoria Geral da União), que inclui os valores totais dos projetos e o quanto foi executado até agora.
Pela página, os 11 estádios já contrataram serviços ou produtos que consumirão R$ 5,4 bilhões. Até este momento, já foram executados 27% do total contratado. Ou seja, qualquer modificação no projeto da Copa-2014 significaria arcar com o ônus financeiro e político de ter provocado um gasto com estádios que não seriam utilizados no evento.

Uma briga que a Fifa dificilmente compraria. Ainda mais agora, com a entidade desgastada por fortes denúncias de corrupção desde 2010. De qualquer jeito, o governo e a entidade já terão de encarar prejuízos a suas imagens por conta dos seguidos aumentos de valores das arenas.
Afinal, a despesa total com as arenas será bem maior do que a estimativa atual da CGU. Só o estádio do Corinthians, que abrirá o Mundial e não está incluído na conta, tem previsão inicial de gasto de mais R$ 820 milhões.
Itens como tecnologia da informação, placares eletrônicos e gramados ainda não foram contabilizados em diversos projetos. A maioria das arenas ainda está revendo orçamentos, o que certamente implicará em majorações.
Os estádios para a Copa têm em torno de 30% a 50% das obras já realizadas até agora. Exceções são a Arena das Dunas, em Natal, e o Beira-Rio, em Porto Alegre.

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