Al-Thawadi (d) com Zidane durante candidatura do Catar (crédito: EFE)
Al-Thawadi (d) com Zidane durante candidatura do Catar (crédito: EFE)
FONTE: http://www.portal2014.org.br/noticias/9373/CATAR+PODE+VETAR+CERVEJA+NOS+ESTADIOS+PARA+COPA+DE+2022.html
Não é apenas o Brasil que reluta em liberar a venda de cerveja nos estádios da Copa. Sede do Mundial de 2022, o Catar começa a dar sinais de que também vai endurecer as negociações com a Fifa a respeito do tema.
O secretário-geral do Comitê Supremo da Copa do Catar, Hassan al-Thawadi, disse ontem que o assunto ainda será discutido com a Fifa e com os principais patrocinadores do evento.
Mas deixou nas entrelinhas que poderá vetar a medida, visto que países como o próprio Brasil proíbem
Mas deixou nas entrelinhas que poderá vetar a medida, visto que países como o próprio Brasil proíbem
a venda de cerveja dentro de seus estádios. “Não vejo razão para que a venda de álcool seja feita nas arenas”, disse al-Thawadi.
O Catar é um país de tradição muçulmana forte e conservadora. Ao contrário do Brasil, o país do Oriente Médio limita a venda e o consumo de álcool praticamente a hotéis cinco estrelas.
Por aqui, o assunto é o principal entrave à aprovação da Lei Geral da Copa (LGC), atualmente na pauta da Câmara dos Deputados.
A venda de cerveja é proibida nos estádios brasileiros desde 2007. A medida, cuja aprovação teve apoio da CBF e do Ministério Público, visa à redução da violência entre as torcidas.
A Fifa, no entanto, pressiona o governo a liberar o álcool no Mundial. Um dos patrocinadores do evento é a marca Budweiser da cervejaria Inbev.
A liberação foi incluída no texto-base da LGC aprovado pela Comissão Especial da Câmara. Mas os deputados excluíram qualquer menção ao assunto no texto que está em debate no Plenário.
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, tem reunião marcada para amanhã com Dilma Rousseff. O líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia, afirmou que, caso haja necessidade de aprovar a medida, ela pode ser inserida como destaque na LGC.
O Catar é um país de tradição muçulmana forte e conservadora. Ao contrário do Brasil, o país do Oriente Médio limita a venda e o consumo de álcool praticamente a hotéis cinco estrelas.
Por aqui, o assunto é o principal entrave à aprovação da Lei Geral da Copa (LGC), atualmente na pauta da Câmara dos Deputados.
A venda de cerveja é proibida nos estádios brasileiros desde 2007. A medida, cuja aprovação teve apoio da CBF e do Ministério Público, visa à redução da violência entre as torcidas.
A Fifa, no entanto, pressiona o governo a liberar o álcool no Mundial. Um dos patrocinadores do evento é a marca Budweiser da cervejaria Inbev.
A liberação foi incluída no texto-base da LGC aprovado pela Comissão Especial da Câmara. Mas os deputados excluíram qualquer menção ao assunto no texto que está em debate no Plenário.
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, tem reunião marcada para amanhã com Dilma Rousseff. O líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia, afirmou que, caso haja necessidade de aprovar a medida, ela pode ser inserida como destaque na LGC.
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