Financiamento de R$ 400 milhões estava suspenso, após determinação do tribunal, devido a sobrepreço no valor do projeto.
Monitoramento/ ME

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) recebeu a recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) para que os repasses do financiamento de R$ 400 milhões para as obras da Arena Amazônia, em Manaus, voltem a ser executados, conforme o cronograma estabelecido pelo banco.
O TCU determinou a suspensão dos repasses após o sobrepreço de R$ 86,5 milhões, passando do máximo recomendado pelo tribunal, que era de R$ 529,4 milhões para R$ 615,9 milhões. Após readequações realizadas no projeto a construtora responsável pela nova arena chegou ao valor de R$ 550,7 milhões, sendo que os documentos apresentados como "projetos executivos" foram considerados suficientes pelo tribunal (Acórdão 845/2011-TCU-Plenário).
Ao todo, o BNDES já repassou R$ 89,3 milhões do total previsto para a construção do palco de Manaus para quatro partidas da Copa do Mundo de 2014. Com entrega estimada para junho de 2013, o estádio alcançou 42% de execução em julho de 2012.
Monotrilho
Após reunião nesta terça-feira (15.08) com o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, em Brasília, o governador do Amazonas, Omar Aziz, disse que o contrato com a Caixa Econômica Federal para a construção do monotrilho deverá ser assinado em breve.
O banco informou que o processo de análise para a liberação do recurso está em uma área específica da Caixa, para seguir para o comitê de crédito, que decidirá sobre a autorização da contratação do empréstimo até o fim do mês.
Outro projeto para a Copa do Mundo de 2014, o monotrilho de Manaus está orçado em R$ 1,55 bilhão, sendo que R$ 600 milhões são de financiamento da Caixa e o restante recurso do governo estadual. A obra vai ligar a região norte e a central da cidade, passando próximo à rodoviária, à região hoteleira e ao estádio.
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