Arenas e infraestrutura são coisas do governo, diz presidente da CBF.
A informação está na coluna Painel FC, assinada por Eduardo Ohata, publicada nesta sexta-feira. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
Marin também comentou sobre o seu relacionamento com o diretor de seleções, Andres Sanchez. Ele já discordou algumas vezes do ex-presidente do Corinthians. "Às vezes conversamos diversas vezes no mesmo dia".
O presidente da CBF e do COL, quando questionado se ficou incomodado com o aumento da presença do governo federal no comitê da Copa do Mundo de 2014, explica que ele até gostou.
Ao contrário de seu antecessor Ricardo Teixeira, que renunciou ao cargo em março, Marin se envolve mais com assuntos relacionados ao futebol. No final do mês passado, marcou amistoso com a Grã-Bretanha sem consultar ninguém.
Ele também exigiu ver a última lista de convocados para os amistosos da seleção brasileira 48 horas antes de ela ser anunciada.
Intervenções públicas de Teixeira na seleção foram raras. Em 2002, quis levar Romário à Copa, mas Scolari recusou. Em 2008, impôs a Dunga Ronaldinho na Olimpíada.
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